domingo, 16 de fevereiro de 2014

Insignificâncias que realmente importam

Certa necessidade impertinente do cheiro de um livro novo. Ou quem sabe uma estante nova. Talvez, um quarto novo. Aquele momento no qual os pés não tocam mais o chão. O momento em que não vemos direção. Balbuciamos palavras sem sentido. Um desejo de começar de novo. Um desejo clichê e prático como o verbo to be: um desejo de ser e estar.

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