Então ele a olhou sorrindo como se o mundo fosse apenas deles dois. Como se as estrelas não brilhassem para todos. Ela riu, mas não por ter graça. Riu pelo momento. Riu por que achou certo. Riu por que, assim, ele riria junto. Ela não precisou encostar nele para saber que o coração pulava do seu peito. Ela sentia. Ele sentia. E aquele momento era mais que apenas um boa noite. Era tudo. Era nada. Era deles, e não era. Mas aconteceu. E isso foi suficiente.
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