Aquele momento de você com seu eu
interior, em que o travesseiro abraçado no seu colo se torna sua fuga. Olhos chorosos,
pés inquietos, boca seca, soluços espontâneos. Ninguém sabe oque aconteceu. Ninguém
precisa. Ninguém realmente se importa. Afinal, é quando precisamos de uma nuvem
bonita, uma borboleta branca, um suave ritmo no violão arranhado com o tempo e
cheio de pó, uma lágrima, um sorriso, um abraço. A parede mal pintada do lugar
que é seu por designação se torna seu mundo por hoje. Seu mundo quando o resto
do mundo não está ao seu lado. Seu. Só seu. Sempre seu.
muito bacana
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